Ressurreição: o grande dogma do cristianismo

Parece até contraditório, mas esta reportagem da Revista Veja desta semana saiu na seção destinada a artigos científicos. A pergunta científica que inicia este artigo é esta: “Por que, depois de pouco menos de 2 000 anos, a crença na ressurreição de Jesus Cristo, um dos mais extraordinários mistérios da fé, ainda exerce efeito tão arrebatador?”

A autora do artigo cita vários versículos bíblicos, resume a história da ressurreição para seus leitores e chega a afirmar que “para os cristãos, a ressurreição tem mais valor do que os sermões e os milagres de Jesus em vida.”

A promessa da vida eterna que o cristianismo tinha a oferecer veio como uma luva para os senadores romanos que, a todo custo, tentavam evitar a morte. Por isso ela conquistou o paganismo romano e se tornou hoje a maior religião do planeta. Seria este um argumento científico para responder à pergunta inicial?

Pode ser! Mas eu ainda ficaria com o argumento do fariseu Gamaliel do capítulo 5 do livro de Atos dos Apóstolos.

Quando Pedro e os outros discípulos estavam sendo julgados por estarem ensinando ao povo sobre a ressurreição de Jesus, o conselho de Gamaliel foi o seguinte: Deixem que vão embora porque, se este plano ou este trabalho vem de seres humanos, ele desaparecerá. Mas, se vem de Deus, vocês não poderão destruí-lo, pois neste caso estariam lutando contra Deus. E o Conselho aceitou a opinião de Gamaliel. (Atos 5.38-39)

Vamos continuar orando para que Deus continue seu trabalho entre nós e entre os cristãos perseguidos ao redor do mundo. Para que a crença nas palavras de Jesus e seu ensino sobre a nossa ressurreição continue “exercendo efeito tão arrebatador” por muito mais tempo: – Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. (João 11.25)

Otto Neitzel

(Artigo online: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/ressureicao-o-grande-dogma-do-cristianismo/ )

 

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