E se …

E se a maconha fosse liberada? E se a gente usasse 100% do cérebro? E se Tancredo não tivesse morrido? E se o homem não tivesse pisado na lua? E se todo mundo trabalhasse em casa? E se…? E se…? E se…? A Revista Superinteressante sempre traz uma perguntinha dessas em cada uma de suas edições. Existe uma página que tenta achar respostas para essas difíceis perguntinhas. Hoje, nesta devoção semanal, quero tentar responder a uma pergunta desse tipo – “E se não houvesse Natal?” Vamos lá:

Primeiro, ninguém acordaria com peso na consciência de ter bebido e/ou comido demais na noite anterior. Os indicadores de acidentes de trânsito estariam na média ou quem sabe até abaixo dela. As pessoas teriam mais dinheiro no bolso para gastar já que não precisariam gastar com presentes. Para muitos, não haveria aquele sentimento de solidão que geralmente dá quando o mundo celebra uma festa em família e você está sozinho ou distante dos parentes. O Zaffari não faria aquelas propagandas que nos fazem chorar e, certamente, não haveria aquele corre-corre e empurra-empurra nos shoppings que todos nós conhecemos. Ninguém se sentiria forçado a ter que trocar de celular e muitos, inclusive o nosso bom velhinho e seus duendes, estariam desempregados, já que os empregos temporários para essa época do ano não existiriam.

Ufa! Quanta coisa, não é? Poderíamos ir muito além tentando responder essa pergunta, mas será que tudo isso faria realmente falta para nós cristãos? Como é bom ganhar presentes, ceiar com a família, participar de amigo secreto, trocar presentes, encontrar o presente certo para a pessoa certa na loja certa e ainda ter 60 dias pra pagar! Tudo isso é muito bom, mas o que teria de ruim “Se realmente não houvesse Natal?”. A resposta é uma só: Estaríamos perdidos e condenados em nossos infinitos pecados, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Rm 3.23).

Natal só existe porque Deus nos enviou o presente certo na hora certa no lugar certo. É só por causa desse presente que todos os outros presentes e toda essa festa faz sentido.

Quando chegou o tempo certo, Deus enviou o seu próprio Filho, que veio como filho de mãe humana e viveu debaixo da lei para libertar os que estavam debaixo da lei, a fim de que nós pudéssemos nos tornar filhos de Deus. (Gl 4.4,5)

Feliz Natal!

Otto Neitzel

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