Inocente ou Inocentada?

“Americana acusada de matar filha considerada inocente”: essa foi a manchete de destaque nos principais jornais norte americanos e do Brasil também. Uns consideram este caso como sendo o “julgamento da década.” Uma mãe, uma filha morta, uma história inventada, um corpo, um veredicto.

Muita coisa ficou no ar. Muitas pontas ficaram sem respostas, mas, de acusada à pena de morte, a jovem mãe de 25 anos, foi inocentada, foi declarada inocente pelo tribunal de Orlando, nos Estados Unidos. Se foi morte acidental ou não, isso é outra história. O que se reflete neste julgamento é o nosso próprio julgamento.

Assim como Adão e Eva esconderam as provas de seu pecado, nós tentamos camuflar os muitos crimes que cometemos contra a santa vontade de Deus. É o impulso da nossa natureza humana – esconder, inventar uma história, deixar o tempo passar… O SENHOR Deus diz: Os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, manchados de vermelho escuro; mas eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve, brancos como a lã. (Isaías 1.18)

Inocentes nós jamais seremos. Seremos sempre culpados e a promotoria exige a pena de morte. O juiz, no entanto, nos declara inocentes. Deus prometeu ao seu povo que lavaria os seus pecados e, para isso, sacrificou seu único filho por amor a nós. Somos culpados, manchados e marcados pelo pecado e não temos como esconder isso. Em Cristo, somos declarados inocentes, justos perante Deus, e: Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (Romanos 5.1).

Otto Neitzel

Leia mais sobre o caso:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/07/mae-inocentada-pela-morte-da-filha-de-2-anos-sera-libertada-nos-eua.html

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