E se Jesus fosse um candidato a prefeito de Porto Alegre?

Estamos em alta temporada política. É só olhar ao redor. E se Jesus fosse um candidato a prefeito de Porto Alegre, como seria sua campanha? Não me entendam mal. Nós sabemos muito bem que Jesus não é um político. Ele foi muito claro quando disse que o seu reino não era deste mundo. Mesmo assim, vamos analisar algumas possibilidades: E se Jesus fosse um candidato político?

Será que ele privilegiaria a saúde pública? Por onde Jesus passava ela curava pessoas. Ele dedicou boa parte do seu ministério curando doentes. Eu acho que se Jesus fosse um candidato, certamente a saúde pública estaria presente em sua campanha.

Será que Jesus daria um jeito nos impostos abusivos que sofremos hoje? Nesta semana que passou, os brasileiros atingiram a marca de um trilhão de reais pagos em impostos! É muita grana! Quando perguntado se era correto pagar impostos, Jesus disse: “Dai a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”. Eu acho que Jesus perderia hoje muitos votos por causa disso. Primeiro, porque já não aguentamos pagar mais tanto imposto. Segundo, porque Deus quer sempre a primeira parte e o que temos de melhor, e como abrir mão disso é difícil, né?

Será que Jesus privilegiaria a política externa? Creio que sim, pois ele mesmo curou e atendeu pedidos de pessoas que não eram do seu povo.

Jesus certamente daria um jeito no trânsito, poderiamos caminhar sobre as águas. Ele também expulsaria os corruptos do poder na base do chicote. A Fome Zero teria outro nome, seria “Barriga Cheia”! Jesus soube alimentar multidões, afinal de contas ele é o pão da vida. Também, seria a primeira e única vez que alguém teria a ficha limpa.

Acho que deu pra ter uma idéia, né? Se Jesus fosse hoje um candidato político, ele certamente lutaria com unhas e dentes para acabar com o sofrimento do povo e faria de tudo para dar uma vida digna a cada cidadão.

Para falar a verdade, esse é o papel do prefeito em quem vamos votar daqui a algum tempo. Esse também é o nosso papel como cristãos preocupados com o bem do próximo. O papel de Jesus sempre foi e sempre será o de curar a nossa doença incurável. Ele também nos torna aptos a fazer como Tiago sugere no capítulo dois de seu livro. Vale a pena dar uma conferida lá!

Otto Neitzel

Deixe um comentário