{"id":1749,"date":"2017-05-12T16:19:42","date_gmt":"2017-05-12T19:19:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.dacruz.org\/?p=1749"},"modified":"2020-01-04T15:59:44","modified_gmt":"2020-01-04T18:59:44","slug":"amor-de-mae","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/2017\/05\/amor-de-mae\/","title":{"rendered":"Amor de M\u00e3e"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\tAprendi que a palavra \u201camor\u201d ou \u00e9 d\u00e1diva ou desejo.<\/p>\n<p>Amor como d\u00e1diva tem sua origem em Deus que, num ato de amor, criou tudo do nada. E quando o ser humano estragou sua cria\u00e7\u00e3o, \u201cDeus amou o mundo tanto que deu o seu \u00fanico Filho para que todo aquele que nele crer&#8230; tenha a vida eterna\u201d (Jo 3.16).<\/p>\n<p>Amor como desejo tem sua origem na queda em pecado quando o fruto daquela \u00e1rvore tornou-se \u201cdesej\u00e1vel\u201d para dar entendimento (Gn 3.6) e a criatura quis ser igual a Deus. Assim, o pecado foi o salto da d\u00e1diva para o desejo. E quando o desejo se torna incontrol\u00e1vel, os relacionamentos se transformam em trag\u00e9dias.<\/p>\n<p>Amor de m\u00e3e \u00e9 amor d\u00e1diva. M\u00e3e \u00e9 uma mulher que abre m\u00e3o de muita coisa de sua vida para dedicar-se a ao filho. Nas noites que n\u00e3o pode dormir devido a uma enfermidade do filho a m\u00e3e n\u00e3o pergunta se um dia o filho vai reconhecer sua dedica\u00e7\u00e3o. A m\u00e3e simplesmente quer ver o bem do filho e se pudesse colocar em seu ouvido a otite do ouvido do filho ela o faria sem pestanejar.<\/p>\n<p>Quando minha m\u00e3e completou 90 anos e reuniu cerca de 300 pessoas para festejar (n\u00famero que me espantou, pois uma pessoa idosa n\u00e3o costuma ter muitos contatos), alguns pensamentos me reportaram \u00e0 inf\u00e2ncia quando ela n\u00e3o era essa idosa cada vez mais baixinha que \u00e9 hoje. Recordei que as coisas mais importantes que aprendi foram com ela: respeitar as pessoas, pedir desculpas ao errar, agradecer, ser honesto, cuidar das coisas, orar, apreciar as hist\u00f3rias de Jesus, temer a Deus, estudar. O mesmo ela fez com meus quatro irm\u00e3os, dando-lhes com sacrif\u00edcio o melhor de sua vida.<\/p>\n<p>Amor de m\u00e3e \u00e9 amor d\u00e1diva, que tira o eu do centro e coloca o tu nesse lugar. Por isso, quando Deus quis comparar o seu amor ao sentimento humano, ilustrou com o amor de m\u00e3e: \u201c<strong><em>Ser\u00e1 que uma m\u00e3e pode esquecer o seu beb\u00ea? Ser\u00e1 que pode deixar de amar o seu pr\u00f3prio filho? Mesmo que isso acontecesse, eu nunca esqueceria voc\u00eas<\/em><\/strong>\u201d (Is 49.15).<\/p>\n<p>Parab\u00e9ns \u00e0s m\u00e3es pelo seu dia especial. Sua tarefa \u00e0s vezes \u00e9 pesada e incompreendida, mas \u00e9 sublime. Se o colo das m\u00e3es \u00e9 o colo de Jesus para seus filhos, \u00e9 bom saber que tem lugar no colo de Deus para elas: \u201c<em><strong>Como a m\u00e3e consola o filho, eu tamb\u00e9m consolarei voc\u00ea<\/strong><\/em>s\u201d (Is 66.13).<\/p>\n<p>Edgar Lemke\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aprendi que a palavra \u201camor\u201d ou \u00e9 d\u00e1diva ou desejo. Amor como d\u00e1diva tem sua origem em Deus que, num ato de amor, criou tudo do nada. E quando o ser humano estragou sua cria\u00e7\u00e3o, \u201cDeus amou o mundo tanto que deu o seu \u00fanico Filho para que todo aquele que nele crer&#8230; tenha a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,14],"tags":[169,201,208,239],"class_list":["post-1749","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-devocoes-semanais","category-pastor-edgar","tag-genesis-3","tag-isaias-49","tag-isaias-66","tag-joao-3"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1749","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1749"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1749\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2245,"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1749\/revisions\/2245"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1749"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1749"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.dacruz.org\/WP\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1749"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}